Quem sou eu
- Profº Allan Victor Ribeiro
- Feira de Santana, Bahia, Brazil
- Allan Victor, formado em Matemática pela Uefs - Ba e especialista em Metodologia do Ensino de Matemática pela Faculdade Internacional de Curitiba. Atualmente leciono no Colégio Castro Alves, Colégio Acesso e no Colégio Estadual Governador Luiz Viana Filho.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
QUE SIRVA DE INSPIRAÇÃO PARA OS COLEGAS
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Material de estudo
HISTÓRIA DA MATEMÁTICA
sábado, 8 de fevereiro de 2014
UMA QUESTÃO INTERESSANTE
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
VESTIBULAR UEFS 2014.2
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Feliz Ano letivo 2014
terça-feira, 6 de março de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
A sombra do imposto
Em 2010, o governo federal, estados e municípios arrecadaram quase R$ 1,3 trilhão em impostos. É como se cada brasileiro tivesse pagado R$ 6,7 mil em tributos no ano. Em média, trabalhamos cinco meses só para pagar impostos.
Carga em crescimento
Nos últimos dez anos, o peso dos tributos não parou de crescer. Dinheiro que sai do bolso de todos os cidadãos. O aumento da arrecadação pelos governos tirou da sociedade brasileira R$ 1,85 trilhão nesse período.
A Sombra do Imposto
Muitas vezes não percebemos, mas entregamos em média 40% do que ganhamos para a “Sombra do Imposto”. Ela está presente em cada produto que compramos e em cada conta que pagamos.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Bianca Nunes: Um exemplo a ser seguido
Bianca Nunes: Um exemplo a ser seguido
Bianca Nunes: Um exemplo a ser seguido
Parabéns!!!
Aisha Bandeira - UFBA E UNEB
Marta Monteiro - UFBA
Cindy Lima - UFBA
Ananda Lobo - UEFS
Indira Alves - UFSE
Douglas Lima - Área 1
Brenda Barreto - Jorge Amado
Marcos Miguel - Jorge Amado
Ana Carolina Araujo Boaventura - UEFS
Bianca Nunes - UESC, UEFS, UNEB E UFBA
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Um 2011 repleto de Felicidades
Feliz Ano Novo à todos os alunos, colegas e amigos.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
PARABÉNS!!!
PARABÉNS!!!!!!!!
quarta-feira, 17 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
TESTE 1º 2010


1º) (UEPB) Seja U o conjunto universo de todos os alunos de uma classe composta por meninos e meninas. Considere agora os seus subconjuntos de U:
A: conjunto formado pelos meninos
B: conjunto formado pelos alunos aprovados
Assinale a alternativa que representa o conjunto A - B.
a) Meninas reprovadas
b) Meninas aprovadas
c) Alunos reprovados
d) Meninos reprovados
e) Meninos aprovados
2º) (UFPI) Seja o conjunto A, A = {0, {0}, 1, {1}, {0,1}}. É correto afirmar que:
a) 0 A
b) {0,1} є A
c) {0,1} A
d) os elementos de A são 0 e 1
e) o número de subconjuntos de A é 2² = 4
3º) (UFPI) Seja X o conjunto complementar de um conjunto X qualquer, em relação ao conjunto Universo U . Então, parte hachurada do diagrama abaixo corresponde a:
a) (B U C) U A
b) A - (B C)
c) (A - (B C)) U (A B C)
d) (A - B) (A B)
e) A U B U C
4º) (ITA) Considere as seguintes afirmações sobre o conjunto U = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9}:
I. є U e n(U) = 10.
II. U e n(U) = 10.
III. 5 є U e {5} U.
IV. {0, 1, 2, 5} {5} = 5.
Pode-se dizer, então, que é (são) verdadeira(s)
a) apenas I e III
b) apenas II e IV.
c) apenas II e III.
d) apenas IV.
e) todas as afirmações.
5º) (UNICAMP) Uma prova era constituída de dois problemas. 300 alunos acertaram somente um dos problemas, 260 acertaram o segundo, 100 alunos acertaram os dois e 210 erraram o primeiro. Quantos alunos fizeram a prova?
6º) (UEFS) Sabe-se que os conjuntos A e B têm, respectivamente, 64 e 16 subconjuntos. Se A B tem 7 elementos, A B tem:
a) nenhum elemento
b) três elementos
c) dois elementos
d) um elemento
e) quatro elementos
7º) (Fgv) Em certo ano, ao analisar os dados dos candidatos ao Concurso Vestibular para o Curso de Graduação em Administração, nas modalidades Administração de Empresas e Administração Pública, concluiu-se que
* 80% do número total de candidatos optaram pela modalidade Administração de Empresas.
* 70% do número total de candidatos eram do sexo masculino.
* 50% do número de candidatos à modalidade Administração Pública eram do sexo masculino.
* 500 mulheres optaram pela modalidade Administração Pública.
O número de candidatos do sexo masculino à modalidade Administração de Empresas foi:
a) 4 000
b) 3 500
c) 3 000
d) 1 500
e) 1 000
8º) (Fuvest-SP) Uma pesquisa de mercado sobre o consumo de três marcas A, B e C de um determinado produto apresentou os seguintes resultados:
A - 48% A e B - 18%
B - 45% B e C - 25%
C - 50% A e C - 15%
nenhuma das 3 - 5%
a) Qual é a porcentagem dos entrevistados que consomem as três marcas A, B e C?
b) Qual é a porcentagem dos entrevistados que consomem uma e apenas uma das três marcas?
9º) (UEFS) Um levantamento efetuado numa empresa, para verificar quantos funcionários falam inglês ou espanhol, mostrou que 30% dos funcionários não falam nenhuma das duas línguas; o número de funcionários que falam apenas inglês é igual ao número de funcionários que falam as duas línguas e o número de funcionários que falam apenas espanhol é do número de funcionários que falam apenas inglês. A porcentagem de funcionários que falam inglês é igual a:
A) 20%
B) 30%
C) 40%
D) 50%
E) 60%
10º) (Ufes) As marcas de cerveja mais consumidas em um bar, num certo dia, foram A, B e S. Os garçons constataram que o consumo se deu de acordo com a tabela a seguir:
a) Quantos beberam cerveja no bar, nesse dia?
b) Dentre os consumidores de A, B e S, quantos beberam apenas duas dessas marcas?
c) Quantos não consumiram a cerveja S?
d) Quantos não consumiram a marca B nem a marca S
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Parabéns para vocês também...
TERCEIRO DOS TRABALHADORES:
- Adriano Leão / SENAI
- Danilo Silva / UNIJORGE-Eng. de Petróleo e gás
- Deiseane Rocha / Psicologia
- Denise Martins / FTC-Eng. de Produção Química + UFRB-Eng. Sanitária e Ambiental
- Diego Nascimento / UNIJORGE-Eng. de Petróleo e Gás
- Gabriel Leite / UNIJORGE-Eng. Elétrica
- Genésio Neto / Fuzileiro Naval
- Iana Peleteiro / UNIJORGE e FAT-Psicologia
- Ícaro Kbça / SENAI + UFRB-Bacharelado
- Íngride Ohana / UNIJORGE-Direito + UNIFACS-Psicologia
- Isadora Araújo / Fisioterapia + Psicologia
- Ivan Pedro / MFB-jovens aprendizes
- Lílian Barata / FTC, FAN E FAT-Enfermagem
- Liz Oliveira / Direito
- Louise Souza / Enfermagem
- Lucas Alves / Eng. de Petróleo e Gás UNIJORGE
- Mylaide Rhavenna / Nutrição
- Stela Lorena / Fisioterapia
UFBA - 1ª fase:
- Ícaro Araújo / Eng. da Computação
- Natália Fuks / Farmácia
UFS - 1ª etapa:
- Adriano Leão / Eng. de Petróleo
- Denise Martins // Eng. Química
Em especial, gostaria também de parabenizar ao estudante Rodrigo Natan aprovado em Educação Física pela Uneb. Afinal, você também fez parte desta história.
Caso esqueci de alguém, por favor me lembrem, Sem mais prolongas . . . PARABÉNS
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Em 2010 iremos brilhar ainda mais...
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
PARAFUSO SEXTAVADO
Você já deve ter visto parafusos destes tipos:

Sendo que o mais comum é o primeiro, chamado pelos mecânicos de sextavado. Repare que sua cabeça (onde se encaixa a chave para apertá-lo ou desapertá-lo) é um poliedro: trata-se de um prisma regular hexagonal. Certa vez vimos um parafuso especial de uma máquina, cuja cabeça era um prisma regular triangular:
Por que não existem (pelo menos nunca vimos) parafusos pentagonais ou octogonais?
Em todos estes tipos de parafusos o polígono presente é sempre regular e é fácil perceber a razão disto. Seria inconveniente apertar e despertar um parafuso em cuja cabeça figurasse um polígono não regular. A chave precisaria ser especial para aquele parafuso e ela voltaria a se encaixar na cabeça do mesmo somente após uma rotação de 360°.
Se o polígono da cabeça do parafuso é um quadrado, após uma rotação de 90°, o parafuso volta à posição original, podendo-se encaixar outra vez a chave para um novo giro.
Deste modo com quatro giros de 90° a rosca dá um passo.
No caso do parafuso triangular são necessários três giros de 120° para completar uma volta na rosca.
Com o parafuso sextavado completamos um passo da rosca após seis giros de 60° cada um.
Quando um mecânico está concertando um defeito qualquer numa máquina, por exemplo, um automóvel, muitas vezes ele tem pouco espaço para trabalhar (em geral em posições desconfortáveis). Por esta razão, dos três parafusos apresentados, o mais cômodo é o hexagonal, pois é o que pode ser apertado ou desapertado com giros menores (60°), isto é, com movimentos mais curtos do braço.
Observe que este ângulo de giro a que estamos nos referindo é o ângulo central do polígono regular.
A medida do ângulo central do polígono regular de n lados é 360º/n e se é conveniente, nos parafusos, que o ângulo central do polígono seja “pequeno”, por que não usar polígonos com maior número de lados? Um octógono, por exemplo? Neste caso o ângulo de giro seria de apenas 45°.
Sem dúvida, sob este aspecto, o octógono é mais conveniente que o hexágono. Entretanto há outros fatores que pesam no projeto de um parafuso.
Um octógono regular está mais próximo do círculo que o hexágono regular.
O ângulo interno do hexágono regular mede 120° e do octógono regular mede 135°. A chave usada para apertar ou desapertar um parafuso nunca se ajusta perfeitamente à sua cabeça. Sempre existe uma folguinha. Com o uso, a tendência da cabeça é sofrer um arredondamento (dizemos que a cabeça do parafuso fica espanada). Sob este aspecto o polígono mais adequado é o triângulo (é o que mais se afasta do círculo, é o que tem o menor ângulo interno: 60°).
Perceba que, numa linguagem pouco precisa, mas muito significativa, o hexágono fica mais ou menos no meio termo quando consideramos estes dois (giro pequeno e dificuldade para o espaçamento).
Mas por que não um parafuso pentagonal? O pentágono é próximo do hexágono. Sob aqueles dois aspectos apresentados, o pentágon o possui propriedades próximas das do hexágono.
Para compreender porque não existem parafusos pentagonais é preciso considerar outro aspecto. No hexágono regular existem lados opostos paralelos e o mesmo não ocorre no pentágono regular.
Isto significa que a chave usada para o parafuso hexagonal tem, no encaixe, bordos paralelos, o que facilita o ajuste da chave à cabeça do parafuso.
A primeira tem a desvantagem de “escapar” com facilidade e a segunda só se encaixaria na cabeça do parafuso com este movimento:
e não com este:
o que é incômodo para o mecânico. A primeira das chaves pentagonais não apresenta esta desvantagem, mas como dissemos, “escapa” com mais facilidade da cabeça do parafuso.
Em resumo, no projeto de parafusos com cabeças prismáticas, o polígono regular da base deve ser escolhido levando em conta:
1. seu ângulo central (giro pequeno)
2. seu ângulo interno (espanamento da cabeça)
3. existência de lados paralelos (encaixe da chave)
Estes critérios fazem do hexágono regular (parafuso sextavado) o polígono mais adequado.











